O planeta está morrendo… A ignorância está vencendo… Viva a ignorância?!

Deu a louca no mundo?

          Se considerarmos apenas os maiores Estados Comunistas atuais – conforme índices publicados pela Wikipedia  -, mais de um bilhão e 500 milhões de indivíduos residem em nações comunistas. Considerando que o último censo mundial alcançou a soma de 7,6 bilhões de habitantes, teremos que algo em torno de 20% representam essa “fatia vermelho-sangue”. Observado este índice sob a lente exigente da qualidade de vida, poder-se-ia afirmar, sem temor a exageros, que 20% da população mundial vive sob um regime ditatorial. Isto é insofismável.

          Atualmente, há 50 países que vivem sob regime ditatorial (em sentido de regência

DITADURAS MUNDO.jpg
Países sob regime ditatorial

governamental – autocracias) – veja a figura ao lado -. O total populacional que se encontra sob uma autocracia representa hoje em torno de 2,5 bilhões ou um terço da população mundial, o que, somado a 1,5 bilhão das sociedades comunistas, totalizam nada menos que 4 bilhões da população planetária,  regidos sob o asqueroso símbolo do comunismo – enrustido ou ostensivo, tanto faz –, significando que 53,33% (periódica pura) hoje se confundem entre escravos do comunismo e escravos das ditaduras! Um indicativo, convenhamos, nada alvissareiro para uma população mundial que se diz pujante, progressista, pós-moderna, dentre outros adjetivos totalmente imerecidos, pois que desdizem da realidade material, palpável, irrecusável, insofismável.

           Um estudo da ONU (Organização das Nações Unidas [ou seria mais justo falar, “desunidas“?]) aponta que perto de “2,2 bilhões de pessoas  no mundo todo vivem atualmente em situação de pobreza ou se encontram a ponto de estar entre elas, mais de um terço da população global, segundo o relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)”. Mas, “pera lá”, não há um contrassenso nesta afirmação? Com certeza que há! Analisemos, com destaque:

* Um estudo da BBC Mundo (2013), referente às questões de estatística em âmbito da medicina (o que, convenhamos, maximiza sua importância, pois trata-se da saúde social), explica muito bem a importância da veracidade de toda e qualquer pesquisa: “A ciência depende de que outros contestem, não necessariamente exatamente, porém sim de uma forma que te deem a segurança de que os resultados podem ser reproduzíveis”, explicou a BBC Mundo Nigel Hoope, professor da Faculdade de Ciências Biológicas da Universidade de Leeds.

 

          A questão, portanto, foi, é e sempre será a veracidade das informações disponibilizadas, seja em qual for a forma de informação que se esteja ofertando ao público leitor: se pública, privada, jornalística, individualizada e por aí vai. Eis o âmago do imbróglio.  Aparentemente nada, absolutamente NADA pode ser entendido como crível nas informações que recebemos de órgãos públicos e de “meios oficiais” – sem esquecer tampouco dos veículos de comunicação de massa, também prostituíveis -, o que implica em afirmar, com um elevado grau de certeza: “Nada (ou quase nada) do que recebemos de informação, independentemente da fonte, é digno de ser assimilado como uma verdade, mas apenas como uma disfarçada versão de verdade!

          Partindo desta premissa indiscutível (pois que histórica, já que pertence aos usos e costumes humanos), questiono-lhes, queridos leitores: o que podemos esperar como futuro em nossas reais expectativas de vida, como espécie? A princípio, NADA, absolutamente nada. Explico no próximo ponto. Mas já vão se acostumando com a ideia de que sociedade é a maior falácia existente desde que o mundo é mundo!

imbróglio social – ou como subverter a sociedade

          Permito-me reproduzir um desgastado adágio popular, aprendido desde terna idade: “El vivo vive del sonso y el sonso de su trabajo” (“o vivo vive do bobo e o bobo do seu trabalho”). Quando ainda era de tenra idade, ouvia muito isso da minha saudosa mãe (argentina) e acabei fixando, indelevelmente, tal ditado. Aliás, extremamente verdadeiro. Lembro que isto remete à década de 50 em diante, do século passado. Nunca mais esqueci – o adágio e minha saudosa, sofrida e amada mãe -.

          Nossa sociedade (humana) não é de classes, é de formação (humana, prática, intelectual natural ou apreendida), diferentemente das sociedades que compõem as demais espécies (lato sensu) que já vêm com uma herança genética milenar, inamovível, mas sim aperfeiçoável (até certo ponto, claro). Belo paradoxo, convenhamos. Somos o pretenso “topo das espécies”, mas, na prática, constituímos a escória das espécies. A mais destrutiva; a mais predadora em amplo sentido; a mais sádica (não existe nenhuma outra que mate por prazer, como nós). Somos, em suma,  o cancro cancerígeno do planeta.

          Desde que iniciei a analisar o ser humano (em 1965) – enquanto meus companheiros de idade divertiam-se com outros passatempos comuns a essa idade -, talvez sem o desejar (mas inconscientemente interessado nessa “coisa” esquisita chamada “espécie” à qual, impositivamente, pertencia) – iniciou meu calvário (nunca compreendido por mim). Nunca assimilei as atitudes humanas. Não faziam parte da minha cultura. Meus pais haviam me ensinado algo bem diferente. E a vida havia corroborado, ainda, uma terceira versão. Algo deveras incompreensível…

          Eis que, como se fosse um despertar, dei-me conta de que vivia num mundo de fantasias; que este, definitivamente, não era meu ambiente. Realmente, um indivíduo como eu não poderia fazer parte dessa “coisa” cognominada de mundo. Um bizarro teatro em que os atores agiam de acordo com seus interesses pontuais, não coerentes. Algo deveras estranho…

          A partir daí, minha vida virou um insofismável inferno. Vejam quantas décadas passei nesse dantesco inferno! Inexplicável e inexpressável! Enquanto minhas irmãs “louvavam” (sic) o degenerado Fidel Castro, coroadas pela turba de “acadêmicos” (sic) que lhe faziam coro, eu sentia-me deslocado, um extraterrestre incompreendido e desprezado, vilipendiado, escrachado, detestado; literalmente excluído do meu seio social familiar. Mas nada disto foi suficiente para me fazer arrefecer minhas convicções. Tanto é assim que, até hoje (2017), recuso-me a falar com uma das minhas irmãs (comunistas convictas), e nem me interesso pelas outras que, literalmente, me abandonaram em razão das suas convicções político-ideológicas. Triste…

          Aprendi a viver sozinho. Ermitão familiar. E não me arrependo disso, muito pelo contrário. Minhas convicções continuam firmes e bem sedimentadas. Apesar que – convenhamos – tampouco sou capitalista suicida. Vivo (com minha família) um eterno processo de luta diuturna para alcançar o próximo dia. Mas não me envergonho. NUNCA irei apoiar homunculos como Fidel, Raul, Ché, Chávez, Maduro, Kim Jong-Un e qualquer outro energúmeno que atente contra a espécie humana, tentando escravizá-la. NUNCA!!!!

A título de epílogo…

          A hipocrisia faz parte do ser humano. É inerente à espécie. Difícil encontrar alguém que, efetivamente, mantenha, defenda e advogue pela espécie e por seu bem-estar. Praticamente todos defendem seu egocentrismo asqueroso, inerente à espécie humana: “primeiro eu, depois eu e… se der, o outro”. Execrável! Mas típico do homúnculo cognominado de humano.

          Vejam o exemplo da atual Venezuela: com se pode entender que indivíduos (homúnculos????) a serviço de um debiloide mental possam estar torturando a sociedade venezuelana????? Quem são esses asquerosos prostitutos que se vendem, tal qual prostitutas do “bas-fond”, pelo melhor preço???? O quê possuem esses homunculos em suas mentes???? Sinceramente, o ser humano é o pior produto já criado pela natureza e, definitivamente, NÃO MERECE SUBSISTIR NEM PROSPERAR!

O tempo lhes provará o que afirmo…!

 

 

 

 

 

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